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5 ferramentas essenciais de gestão de processos

Neste artigo, vamos listar algumas das melhores ferramentas de gestão de processos, inclusive mostrando os impactos que elas podem trazer para o seu negócio. Nem todas são aplicáveis em qualquer contexto, no entanto, ao conhecê-las é possível tomar uma decisão consciente a respeito de quais delas podem ser benéficas para o seu dia a dia.

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Ferramentas de gestão de processos

Neste artigo, vamos listar algumas das melhores ferramentas de gestão de processos, inclusive mostrando os impactos que elas podem trazer para o seu negócio.

Nem todas são aplicáveis em qualquer contexto, no entanto, ao conhecê-las é possível tomar uma decisão consciente a respeito de quais delas podem ser benéficas para o seu dia a dia.

Comece a ler agora mesmo e confira 5 dicas de ferramentas de gestão incríveis!

1. Lean

As técnicas Lean tiveram origem na montadora de automóveis japonesa Toyota, ainda no século XX. No entanto, ainda hoje são essenciais na gestão de processos, especialmente porque tratam da melhoria contínua.

O objetivo traçado é claro: alcançar o resultado ideal, entregando o que os clientes querem, quando eles querem, com custos baixos, alta flexibilidade e qualidade, além de prazos de entrega rápidos.

Os cinco princípios do Lean são:

  • especificar o valor do ponto de vista do cliente;
  • mapear a cadeia de valor;
  • criar fluxo;
  • permitir que os clientes tirem valor dos processos;
  • procurar a perfeição.

2. PDCA

Quando se fala em gestão da mudança, uma das ferramentas mais populares é a PDCA. Também focada na melhoria contínua, a ferramenta consiste em um ciclo composto pelas etapas Planeje (Plan), Faça (Do), Verifique (Check) e Aja (Act) não tem fim, e é retomado constantemente.

3. Control Charts (Gráficos de Controle)

Os gráficos de controle ou control charts têm dois usos gerais em um projeto de melhoria. A aplicação mais comum é como uma ferramenta para monitorar a estabilidade e o controle do processo. Um uso menos comum é o de gráficos de controle como uma ferramenta de análise.

Entre suas características principais estão:

  • um gráfico de série temporal no início;
  • uma linha central como referência visual para detectar mudanças ou tendências (local do processo);
  • limites de controle superior e inferior calculados a partir dos dados disponíveis e colocados equidistantes da linha central (dispersão do processo).

4. Six Sigma

O Six Sigma é mais uma abordagem disciplinada e focada em melhoria contínua, com o objetivo de eliminar defeitos em um produto, processo ou serviço. Foi desenvolvido pela Motorola no início dos anos 1980, com base nos fundamentos da gestão da qualidade. Um pouco mais adiante, tornou-se uma abordagem de gerenciamento popular na General Electric (GE), já no início dos anos 90.

As artes marciais inspiraram a forma como os profissionais proficientes no Six Sigma são reconhecidos:

  • faixa branca — aquele que tem uma visão geral do Six Sigma;
  • faixa amarela — faixa branca + mapeamento de processos, coleta de dados e gráficos e experiência auxiliando em um projeto;
  • faixa verde — faixa amarela + vivência como líder de projeto, domínio das principais ferramentas Six Sigma, experiência com gerenciamento de mudanças e testes de hipóteses;
  • faixa preta — faixa verde + análise e experimentos estatísticos avançados, gerenciamento de mudanças, distribuições não-normais;
  • mestre faixa preta – faixa preta + domínio do design para Six Sigma, análise estatística mais avançada, ferramentas exclusivas para indústrias e processos específicos, vivência como líder e programas de melhoria implementados com sucesso.

5. Gestão de Qualidade Total

A Gestão de Qualidade Total pode ser definida como uma abordagem de gerenciamento para o sucesso a longo prazo por meio da satisfação do cliente. O “total” do nome vem da ideia de que todos os membros de uma organização devem participar na melhoria de processos, produtos, serviços e na cultura em que trabalham.

São basicamente oito elementos:

  • foco no cliente;
  • envolvimento total dos colaboradores;
  • orientação para processos;
  • integração de sistemas;
  • abordagem estratégica e sistemática;
  • melhoria contínua;
  • decisões baseadas em fatos e dados;
  • comunicação.

É fundamental para os gestores conhecer cada detalhe das ferramentas de gestão de processos. Somente assim será possível escolher aquela que é a mais adequada ao perfil da organização e que pode trazer os melhores resultados para todos os envolvidos.

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